segunda-feira, setembro 26

Obras como investimento!



Os ambientes de varejo – lojas – vivem em constante mutação em busca do formato ideal do ponto de venda para oferecer ao cliente a melhor experiência de compra. É um processo contínuo e dinâmico de manter-se competitivo num mercado em constante transformação e suscetível às inúmeras flutuações de oferta e demanda.

Neste contexto, o plano de expansão de aberturas de novas lojas em conjunto com o plano de reformas das antigas unidades é uma das ferramentas possíveis para fazer frente ao desafio das empresas de se manterem atualizadas e competitivas. No entanto, aumentar ou reformar os pontos de vendas de forma aleatória e isolada é uma ação insuficiente e inócua para cativar a clientela, lançar vantagens competitivas e conquistar mercado.

Vale destacar, que por trás da abertura de novas lojas e/ou reformas, pode estar delineada a estratégia de penetração de mercados, de expansão geográfica, de modificação dos serviços devido a uma nova demanda ou uma nova oportunidade e até mesmo a busca de uma inovação dos serviços como, por exemplo, o avanço tecnológico no ponto de venda.




Portanto, precisa-se de um projeto, amplo e maior, que alinhe os objetivos estratégicos da empresa, coordene os esforços da marca e transforme em resultados concretos os investimentos realizados no espaço físico, consequentemente, a abertura de novos pontos de vendas e/ou atualização dos atuais é um projeto de inteligência de mercado, de gestão estratégica da empresa e de gerenciamento de projetos.

Nesta linha de entendimento, para ter sucesso no varejo tanto à gestão do negócio quanto a operação precisam ser competitivos. Ter menores custos com resultados melhores. Dessa maneira, a estratégia de ganhos de mercado, do aumento de volume de receita e da alavancagem da empresa como um todo passa obrigatoriamente pelo planejamento, execução e controle do projeto de obras do ponto de vendas.

Por isso, a obra no ponto de venda é uma decisão estratégica que impacta todas as áreas de uma empresa – financeira, tecnológica, logística, suprimentos, marketing – pois compromete investimentos (financeiros, recursos humanos e prazos) ao longo de um período sem receitas. Caso este projeto seja bem planejado e executado, será capaz de gerenciar uma complexidade de operações, equilibrando as restrições de orçamento, de prazo, de escopo e atingindo as metas.

Em resumo, ser competitivo no varejo também envolve em construir ou reformar várias lojas simultaneamente melhor do que o concorrente. Quanto mais cedo à loja inaugurar, mais cedo será a receita.

Para esta e outras reflexões, conte comigo!

Obs.: Este artigo foi veiculado no site da ABIESV - www.abiesv.org.br. 

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